“Vem, vem!”, murmurou o Bonelord a girar,
Olhos demais para contar, segredos desvendar.
Na orla do campo, sob luar incerto,
Uma amazona ouviu e achou aquilo… curioso, por certo.
“Não compro promessas, nem papo enganoso”,
Disse ela, mirando o ser bulboso.
“Pois não vendo truques”, disse ele, em tom pomposo.
“Apenas enigmas… de gosto duvidoso.”
Ela provou um. Depois dois. Depois vinte talvez.
Cada olho piscava uma resposta por vez.
Ela provou um enigma... tinha gosto de nada,
Ficou zonza, rindo, meio apaixonada.
Tentou dar-lhe um beijo… problema estrutural.
Ele não tinha boca. Clímax sensacional.
E assim segue o romance, estranho e sem par:
Ela sem nada entender. E ele…
Sem querer explicar.
Dúvidas, sugestões, parcerias ou apenas quer nos dizer olá?