Alguns dizem que a força dele já conteve a fúria de poderosos demônios nas profundezas do inferno, mas o bardo nunca buscou a glória das batalhas. Ele não é um guerreiro que falhou, mas um observador que escolheu o anonimato.
Durante anos, ele viajou pelas sombras das grandes potências de Ustebra. Viu heróis serem forjados em cima de mentiras, fortunas serem erguidas sobre o suor de aventureiros que nunca receberam um "obrigado" e percebeu que, em terras tibianas, a história não é escrita pelos vencedores, mas sim por aqueles que compram as canetas.
Ele decidiu, então, deixar suas mais poderosas armaduras, armas e runas em um baú trancado. Ele adotou a aparência de um viajante comum, sem grandes posses, pois descobriu que aquele que não tem nada a perder é o único que pode dizer a verdade.